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Notícias / Esportes

"Mais maduro", Allione espera dar alegria ao Palmeiras e rever Boca com vitórias

Meia argentino estava emprestado ao Bahia e volta a pedido do técnico Roger Machado

Globo Esporte

Allione dá entrevista na Academia de Futebol (Foto: Tossiro Neto)

Allione dá entrevista na Academia de Futebol (Foto: Tossiro Neto)

PALMEIRAS - Comprado pelo Palmeiras em 2014, Allione pode parecer mais velho, mas fez 23 anos em outubro - aniversário que comemorou com a camisa do Bahia. Depois de boa passagem por Salvador, o argentino retorna de empréstimo a pedido do técnico recém-chegado Roger Machado. E bem mais maduro, segundo ele, apesar da pouca idade. – Para mim, foi uma experiência muito boa. Saí daqui buscando uma sequência maior de jogos. Isso me ajudou a amadurecer e voltar melhor – disse o jogador, nesta terça-feira, após mais um dia de trabalho da pré-temporada comandado pelo treinador que pediu seu retorno. – Foi muito importante o treinador que está chegando falar que quer que eu fique. Posso jogar tanto de meia quanto na beirada, o elenco tem um nível muito alto. Estou aqui para lutar por uma posição. Se eu tiver de jogar, ficarei feliz. Se não, tentarei ajudar o Palmeiras. Para parte da torcida, Allione ainda carrega a imagem da expulsão nas quartas da final da Copa do Brasil, contra o Grêmio. Mesmo escalada na ocasião sem força máxima - a prioridade era o Campeonato Brasileiro -, a equipe vencia por 1 a 0 até o argentino receber o cartão vermelho por um carrinho próximo ao meio de campo. Com um a mais, o time gaúcho empatou e avançou de fase. – Foi um momento difícil, fiquei muito triste. Serviu para que eu amadurecesse também e para que isso não volte a acontecer. Espero dar alegria ao Palmeiras. Não ajudei muito o Palmeiras neste jogo, mas agora estou voltando mais maduro, isso não vai voltar a acontecer – comentou o meia, que pode ter a chance de dar alegria aos torcedores em seu próprio país. Na fase de grupos da Libertadores, um dos adversários será o Boca Juniors, clube com o qual o Palmeiras travou duelos históricos na década passada, incluindo uma final do torneio vencida pelos argentinos. – É um grande também da América. Sempre bom enfrentar esses times, porque ganhando esses jogos, o elenco pega mais confiança talvez. E é sempre bom voltar à Argentina, jogar lá, lembrar um pouco. Tomara que neste ano a gente se dê bem tanto na Bombonera quanto no Allianz Parque – disse o jogador formado no Vélez Sarsfield.
 
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